Como será o professor e a sala de aula do futuro?

20 de outubro de 2015

Postado por Microsoft Educação em Conteúdos Educacionais, Ferramentas Tecnológicas, Tecnologia da Educação

O advento tecnológico trouxe um novo status para o livro, companheiro de anos de todo estudante: os muros das bibliotecas foram quebrados e o conteúdo dos livros foram espalhados pelo mundo, migrando rapidamente do espaço com o qual estávamos acostumados para um espaço virtual, que não tocamos, mas podemos acessar de qualquer lugar.

E dentro de casa a criação também mudou: as crianças nascem conectadas e não é raro encontrar com crianças que já possuem seus próprios smartphones.  Diante desse cenário, no qual cada dia uma distração diferente é criada, é inevitável o surgimento de um embate com o modelo de educação básica no Brasil. O professor deve direcionar o conteúdo pedagógico de forma personalizada, acompanhando o aprendizado de cada aluno individualmente.

Conceitos simples como destravar badges a cada lição concluída e apostilas baseadas em gamificação podem colocar a criança e o adolescente dentro de um meio ao qual ele já está inserido (como o dos videogames e das redes sociais) e criar um interesse maior, além de uma vontade de evoluir, subindo níveis de um jogo que favorece o aprendizado já estão sendo implementado nas escolas, como nós já falamos aqui no blog Educadores Inovadores.  

Mas e o futuro? Segundo uma pesquisa do Wise (World Innovation Summitt for Education), da Fundação Catar, realizada com 645 especialistas, a estimativa é que computadores e tablets estejam ainda mais presentes na vida de professores e estudantes do que lousas e apostilas. Até 2030, a maior parte do ensino será personalizada, ou seja, vai acompanhar o ritmo e os interesses de cada aluno.

O levantamento diz que 93% dos pesquisadores apontam que a inovação – social, tecnológica e pedagógica – será a chave para o avanço educacional nos próximos anos. Outro ponto interessante da pesquisa é que, no futuro, as escolas terão formatos híbridos: vão usar plataformas online e ter espaços para as interações sociais. Segundo 73% dos especialistas, o professor será um tutor, deixará de ser a fonte do conteúdo para ajudar o aluno a alcançar o conhecimento sozinho.

Com informações de O Estado de São Paulo

 

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